Lendo o Tech Crunch, eu acabei encontrando a história do Sockington. Vocês o conhece? Não? Ele ganhou grande respeito e atenção na internet. Neste momento em que escrevo este post, cerca de 500.000 pessoas estão atentas aos seus comentários no Twitter. Para conseguir tamanha quantidade de seguidores, ou você é uma celebridade hollywoodiana ou um personagem fake de um. Neste caso, ele é um personagem falso sim, mas de um gato.Jason Scott, o dono do gato, criou o perfil inspirado no seu felino de estimação e começou a twittar com a perspectiva do gato. Não existe nenhuma mensagem relevante (assim como os “grandes” da lista do Twitter). Mas, pela impressionante quantidade de seguidores, dá para ver que deu certo. Alias, conseguiu atingir esta marca com apenas três meses!
Já dizia o velho ditado: “Aonde a vaca vai, o boi vai atrás”. Neste caso, vários gatinhos começaram a surgir e segui-lo (alguém ainda tem dúvida da orkutização do Twitter?) . Olhando a página principal do Twitter do Sockington, dá para ver que ele está “acompanhando” o que vários outros gatos estão postando. Vixi... eu sei, é muita loucura para mim também.
Mas isso não é exclusividade dos felinos. Papagaios, cavalos, cachorros e todas as espécies de animais estão ligadas na inclusão digital (alias, vale lembrar que alguns twittam melhor do que muita gente).Mas qual é a razão das pessoas criarem uma versão Second Life para seus animais? E o pior, encarnar este personagem! Na minha cabeça só vem uma coisa: elas não os encaram como simples animais de estimação, mas como gente também. Pessoas que possuem necessidades especiais (estou falando dos animais!). Já reparou como algumas donas conversam com seus cachorros? “oi meu nenêzinho fofinho! Qué comidinha? Qué?”. Já que a acessibilidade na internet não chegou neste nível, elas estão dando uma ajudazinha.


Ilustrações: Tech Crunch, Terra tecnologia, Contraditorium, Pet Rede